sexta-feira, 19 de março de 2010

Amo MUITO TUDO ISSO (plágioo)

Sexta-feiraaaaaaaaaa Estou lançando uma campanha: vamos abolir a semana e transformar todos os demais dias em sextas-feiras! Dia de delícias!!! ui.. AMO as sextas-feiras. Alguém se opõe?

domingo, 13 de setembro de 2009

Noossa... que saudades.... abri o blog e lembrei do poema dispersão "perdi-me dentro de mim porque que era labirinto". E para que eu não fique a sentir saudades de mim mesma... Digamos que minha vida continua a mesma guerra de sempre... se bem que, a de poucos não se encaixa nessa descrição. Queria só registrar que estou cada vez mais convicta do fascínio que é o ser humano: multifacetado, complexo e simples, difícil e fácil, doce e amargo... Entendo que a Psicologia não é a chave que vai abrir essa porta para mim... mas tenho certeza de que é uma excelente janela... Abraço a quem é de abraço, beijo para quem for de beijo.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

E quando some a inspiração e escrever que era a terapia se torna algo vazio... será sinal que fomos tragados pela rotina, engolidos pelo dia-a-dia?...acho que já estou sendo digerida.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Sonhar....

Meu primeiro Post do ano. Meu cérebro fervilhando de planos, desejos e necessidades. Resolvi registrar um trecho de Shakespeare que gosto muito. Lembra-me que por alguns momentos, independente de religião, condição social ou de saúde, todos nós sonhamos. Isso nos torna mais humanos. Sonhos são como injeções de vida: movem-nos sempre um passo além... "Há quem diga que todas as noites são de sonhos. Mas há também quem garanta que nem todas, só as de verão. No fundo, isto não tem muita importância. O que interessa mesmo não é à noite em si, são os sonhos. Sonhos que o homem sonha sempre, em todos os lugares, em todas as épocas do ano, dormindo ou acordado." William Shakespeare

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Um Brinde...

Entramos no baile. Mais um ano se vai. Talvez mais que uma simples mudança de datas no calendário ou de dígitos, essa mudança traduza os nossos desejos, anseios por modificações. Mudanças no que somos, ou no que nos tornamos. No que possuímos, ou no que queremos possuir. E não falo somente de bens de consumo não. Falo da posse de conhecimentos, de vitórias e até de nós mesmos. Muitos ainda não se possuem... Precisam de uma alforria da vida, da rotina, do trabalho, dos companheiros ou sei lá mais de que, porque, vamos admitir, temos muitos donos, muitos possuidores. Poucos são aqueles que de fato conseguem tomar as rédeas da própria vida e definir seus rumos. Então... que este baile da virada seja bem dançado, embalado pelos nossos desejos de mudança e seguindo o ritmo frenético das nossas vontades e necessidades...

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Eu pensei que todo mundo fosse filho de Papai Noel

Eu Acredito em papai Noel. Gosto do Natal pela comoção que ele consegue causar em grande parte das pessoas. É inegável essa sintonia que entramos em conjunto. O ar fica diferente, o desejo de estar próximo dos que amamos, de agradar, de proteger os que precisam de proteção e de ser protegido pelos que podem nos aninhar. Talvez exista mesmo um senhor bonachão, vestido de vermelho, dando boas gargalhadas enquanto sacode a pança e distribui leveza de sentimentos nas gotinhas de oxigênio, para embriagar a todos nós, enquanto respiramos, e nos impregnar do mais doce amor. E é assim embriagada, que desejo um Natal delicioso para todos.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Flor do Lácio

A nossa língua é mágica. O português e suas façanhas. Difícil, cheio de sinônimos, rico em vocabulário e regras gramaticais; que quase não usamos; e completamente diferente da língua que falamos. Minha filha se formou ontem na Alfabetização, ou 1º ano do fundamental. É incrível que com apenas 6 anos já possa mergulhar neste mundo das letras como desbravadora e não como co-pilota mas como comandante da Nau. Se o cérebro já nos impressiona na sua capacidade, imagine quando pensamos que crianças com tão pouca idade podem adquirir tantas palavras em tão poço tempo, coordenar escrita, leitura e interpretação ainda mais se pensarmos que a língua é o Português? É Fantástico!!!!!!! Que sejam bem vindos: “o que quer, o que PODE essa língua”.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Alguém conhece um bom cirurgião? estou precisando de uma plástica na alma......

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Essa é pros colegas...sei que a maioria conhece mas eu acho um barato... "O Jeito Psicólogo De Ser : Psicólogo não Adoece, Somatiza Psicólogo não Transa, Libera a Libido Psicólogo não Estuda, Sublima Psicólogo não dá Vexame, Surta Psicólogo não Fofoca, Transfere Psicólogo não tem Idéia, Tem Insight Psicólogo não resolve Problemas, fecha Gestalts Psicólogo não se Engana, tem Ato Falho Psicólogo não muda de Interesse, Altera Figura Fundo Psicólogo não Fala, Verbaliza Psicólogo não Conversa, Pontua Psicólogo não Responde, Devolve a Pergunta Psicólogo não Desabafa, Tem Catarse Psicólogo não pensa Nisso, Respira Nisso Psicólogo não é Indiscreto, é Espontâneo Psicólogo não é Gente, é um ESTADO DE ESPÍRITO" autor desconhecido...rs

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Conto: Um Brasileiro....

Problemas: fugir ou enfrentar? Às vezes ficava complicado pra ele encontrar essa resposta. Não era mais um jovem. Desempregado, doente, uma família para alimentar. Tentava se apegar a esperança, e ter . Saia de casa todos os dias em busca da qualquer coisa que o ajudasse a voltar com um pouco de comida para casa, e um pouco de dignidade talvez. Mas as contas não paravam de chegar. As cobranças e o medo de não suportar. Quando o peito apertava, ele olhava as estrelas, tentando encontrar um refúgio para seus pensamentos. Nesses momentos tentava entender como o mundo se transformou no que é. Pensava que os índios podiam viver sem muita coisa, que o que a natureza tinha para oferecer era suficiente para sobreviver e viver. A terra era mãe o suficiente para alimentar, medicar, abrigar e proteger. E nada cobrava por isso, apenas respeito e cuidado. Quando pensava nisso, pensava em quanto os homens foram ingratos e talvez, por isso, hoje precisassem pagar tão cara para sobreviver. Talvez as centenas de milhares de tributos que pagavam hoje fossem tão somente o ônus do desrespeito a natureza. Mas ao voltar seu olhar para si, se via magro, abatido, adoecido pelo sofrimento. Sem muitas oportunidades; a vida não era mais tão gentil. O diploma já a muito esquecido na gaveta. E assim viveu até o fim. Tentava na feira carregar as sacolas das pessoas, ou, às vezes, varrer as barracas e lavar toda aquela lama dos restos caídos e pisoteados por todo o chão. Quando não dava certo, afanava alguma fruta para não voltar pra casa sem trazer ao menos, a sombra da esperança. Homem brasileiro, sofrido, acuado: voz calada da massa, cara sem rosto do povo.